BioFrontier SC
Onde, em Santa Catarina, ninguém olhou ainda?
Os registros de biodiversidade se concentram ao longo das estradas, perto das universidades e onde alguém já foi. Um trecho vazio no mapa pode querer dizer que nada vive ali, ou que ninguém esteve lá.
Um atlas aberto, em hexágonos, de onde ninguém olhou ainda. Ele ranqueia as lacunas de amostragem de biodiversidade no estado, para que um estudante ou um laboratório encontre os lugares com mais chance de guardar algo ainda não registrado.
- 69.290
- registros de ocorrência
- 7.616
- espécies
- 2.396
- localidades ranqueadas
Registros do GBIF e do iNaturalist são deduplicados entre as fontes e agrupados em células H3. Cada célula recebe um índice de fronteira a partir do esforço amostral, do número de observadores e do habitat, medido como cobertura de floresta nativa do MapBiomas. Quem está em campo pode enviar observações de volta, e um registro passa a contar quando duas outras pessoas concordam com ele de forma independente.
Leia os índices como hipótese. Os pesos partem de princípios básicos e ainda não foram calibrados com a avaliação de especialistas, então o ranking diz mais do que qualquer número isolado. Cada localidade mostra se há evidência fraca, moderada ou forte por trás dela.
Ecólogos, taxonomistas, biólogos de campo e laboratórios que conhecem Santa Catarina: ajudem a calibrar o índice de fronteira. Digam se os pesos estão certos e quais lugares conferir com a avaliação de especialistas.
Ou enviem observações pelo atlas. Um envio passa a contar quando duas outras pessoas concordam com ele de forma independente.
Feito com Next.js · TypeScript · H3 · Leaflet · Supabase